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terça-feira, 22 de maio de 2018

VISITA À COMUNIDADE JUDAICO-CRISTÃ EM BELMONTE

No dia 18 de maio de 2018, alguns alunos do 6ºano, porque nem todos os alunos inscritos em EMRC foram, embora fosse proporcionada para todos, realizou-se uma Visita de Estudo a Belmonte, dinamizada pela nossa professora Isabel Almeida. Também nos acompanhou o professor Vítor Almeida, nosso professor de Educação Visual.
Saímos da nossa escola por volta das 8:15 h e chegámos a Belmonte eram 9:50 h.
Quando chegámos, já um guia, o senhor Hugo, estava à nossa espera. Começámos por visitar o museu do azeite, onde começamos por ter de decifrar uma adivinha relacionada com o azeite e a azeitona, depois vimos a maquinaria e aprendemos como o azeite era feito há uns anos atrás. Terminámos a visita a saborear um pouco de pão molhado em azeite. Alguns diziam não gostar, mas quando provaram repetiram, dizendo que era muito bom. Aqui relembrámos todo o simbolismo do azeite, conforme estudámos na unidade letiva "Repartir o Pão". 
De seguida visitámos o Ecomuseu, onde nos foi dado a conhecer um pouco da fauna e da flora, começando pelos cursos de água e terminando com toda a espécie de vida que desponta na região. De imediato, fomos ao museu judaico, onde num pequeno auditório nos falaram da perseguição aos judeus e da sua instalação em Belmonte, tendo terminado com uma visita ao espaço museológico: exposição dos símbolos, de livros, documentos históricos e alfaias usadas.Podemos ver um pequeno forno antigo e o modo como o pão ázimo era feito.
Terminámos a manhã com a visita ao Museu dos descobrimentos, onde interativamente e com a explicação da guia aprendemos e revemos muitos conteúdos aprendidos. 
Entretanto, chegou a hora do almoço e deslocámo-nos para o parque de merendas, onde degustamos o nosso farnel e até partilhámos uns com os outros.
Arrumadas as mochilas no autocarro, todos fomos até à esplanada de um café para saborearmos o apetecido gelado. 
Às 14:30h visitámos a judiaria e a sinagoga Bet Eliahu. Entrar neste templo dos judeus foi para todos nós uma novidade. Foi-nos explicado todo o historial, os rituais, os diferentes espaços que compõem o espaço, os símbolos ali existentes e os problemas com que a comunidade se debate. Foram colocadas questões para satisfazer curiosidades quer em relação aos rituais quer às relações entre cristãos e judeus, nomeadamente de Belmonte.
Terminada a visita na Sinagoga, dirigimo-nos para o Castelo, onde também nos foi dada uma explicação histórica e sobre a utilização dos espaços na atualidade, servindo para eventos e exposições temporárias - as quais visitámos. Por último, conhecemos a famosa igreja de Santiago e o Panteão da família dos Cabrais.
Sem grande cansaço, partimos de Belmonte eram cinco horas, trazendo “na bagagem” novos conhecimentos, inclusive para compreendermos melhor alguns conteúdos que vamos estudar no próximo ano.
Foi uma visita muito interessante.





















terça-feira, 15 de maio de 2018

DIA DA FAMÍLIA

Neste dia dedicado à família, deixamos alguns "flashes" de alunos do 5ºano, expressos aquando da abordagem do tema "Família, comunidade de amor".


Há muitos anos, entendiam por família todas as pessoas que viviam na mesma casa. Mais tarde, passou a ganhar outro sentido, referindo-se a pessoas com o mesmo laço de sangue. Hoje é ainda mais diferente o conceito.
A família deve ser um ambiente onde todos se sintam em segurança, sejam amados e aprendam a amar. É sobretudo dentro da família que se desenvolvem relações de amor. A família é a maior riqueza de cada pessoa, um tesouro de incalculável valor.
É fundamental que numa família haja harmonia entre todos, que exista respeito uns pelos outros.
A missão da família é educar, transmitir amor, carinho, segurança uns aos outros, mas principalmente aos mais novos.
A família é das coisas mais importantes da minha… da nossa vida.

Laura Rodrigues, 5º A


A família transmite-nos segurança, pois sabemos que com a família estamos bem e não temos de nos preocupar, pois ela protege-nos. (Sofia Abrantes, 5º B)

A Família é a coisa mais especial e importante que temos. (Letícia Almeida, 5º A)

É com a família que nos identificamos e nela encontramos as condições próprias para a vida. Nós partilhamos com a nossa família os nossos sucessos e são eles que nos acolhem nos momentos mais difíceis. (Maria João Campos, 5º A)

A família torna-se mais humanizadora quanto mais for capaz de amar. (Sebastião Simões, 5º D)

Todas as pessoas precisam de uma família, pois são pessoas que nos dão carinho, amor, confiança. São eles que nos alimentam, nos dão abrigo e fazem tudo para nos sentirmos bem. (António Barbas, 5º B)

Ser solidário com os outros deve começar em casa, pois é aqui que se aprende a admirar a vida de cada um. (Bernardo Araújo, 5º D)

A família ajuda-nos a ser nós mesmos. (Rodrigo Clara, 5º C)

Na família, quando estamos juntos, sentimos muito calor. (Leonardo Vaz, 5º A)

Sabemos que nem tudo nas famílias é perfeito, mas é possível ultrapassar as divergências, bastando para isso ser capaz de compreender, ser tolerante, saber perdoar. (Maria João Ferreira, 5º D)

É incrível a forma como a família gosta de nós e nos apoia incondicionalmente. (Bruna Oliveira, 5º B)

O valor da família está em tantas das coisas que eles fazem para nós! Mas nós também agradecemos e fazemos muita coisa para eles, porque nos deram a vida e nos ajudam todos os dias. (Ângelo Seabra, 5º A)

É importante a interação entre a família e a escola. (Tatiana Pinheiro, 5º D)

A família e a escola são os principais agentes de socialização da criança. (Ana Maria Costa, 5º C)

segunda-feira, 7 de maio de 2018

VISITA DE ESTUDO DE EMRC A AVEIRO

No dia 4 de maio de 2018, um grupo de alunos de EMRC do 8º e do 9º ano fez uma visita de estudo à cidade de Aveiro.
Quando chegámos ao largo da Sé fomos recebidos por Sua Excelência Reverendíssima D. António Moiteiro, o bispo de Aveiro, que nos dirigiu palavras de boas-vindas e que nos acompanhou nas visitas que fizemos a alguns espaços do belo património da cidade.
Começámos a visita com entrada no museu Santa Joana, onde pudemos apreciar o túmulo, de estilo barroco, com finíssimos embutidos de mármores italianos de diversas cores, e conhecer um pouco da vida da princesa Joana (1452-1490), filha do rei D. Afonso V e da rainha D. Isabel, que deixou Lisboa e a Corte aos 23 anos para se dedicar a uma vida religiosa de clausura no Mosteiro de Jesus das dominicanas, em Aveiro, onde esteve até à sua morte. Depois de deixarmos o coro baixo onde se encontra o túmulo, D. António Moiteiro levou-nos a conhecer o interior da igreja do mosteiro de Jesus, cuja capela-mor é lindíssima, pelo notável trabalho de talha dourada, de finais do séc. XVI, e que faz lembrar uma obra de ourivesaria. Além da talha dourada, realçou os azulejos e as pinturas alusivas à vida de Santa Joana.
Visitámos o claustro, onde pudemos ver uma cisterna com um lindo chafariz. À volta do claustro podem ver-se ainda outras capelas mais pequenas com retábulos e azulejos.
Depois de apreciarmos tanta beleza, subimos até ao coro alto, onde tivemos oportunidade de ver um Cristo crucificado invulgar, pois em qualquer lado que nos coloquemos, o seu olhar está sempre centrado em nós. Aqui encontrámos ainda outros elementos magníficos.
Dentro do espaço do museu ainda visitámos algumas salas, nomeadamente o quarto/ sala onde morreu a princesa Joana e uma exposição temporária alusiva aos bispos da Diocese de Aveiro. Aqui alguns alunos foram fazendo algumas perguntas para satisfazerem as suas curiosidades, nomeadamente as relativas às insígnias episcopais, aos paramentos e outras alfaias litúrgicas usadas.
Terminada a visita ao mosteiro de Jesus, fomos à Sé, também conhecida como Igreja do convento de São Domingos. À entrada, foi feita uma breve alusão à fachada, sobressaindo o brasão da Ordem Dominicana, e ainda as figuras da Fé, Esperança e Caridade. Já no interior, embora sendo um espaço simples, não deixa de ter a sua beleza, sobretudo o retábulo-mor.
Sem grande cansaço, atravessámos o parque e rumámos até à Igreja de São Francisco, onde não deixámos de nos deslumbrar com a beleza da Igreja, da sacristia e das salas museu, com imagens em tamanhos muito reais.
Chegados à hora do almoço, pois já havia apetite, dirigimo-nos, sempre chamando a nossa atenção para determinados espaços e pormenores, como a arte nova, até ao Fórum, onde todos satisfizemos o apetite, inclusive o Senhor Bispo, que também nos acompanhou. Até às 14 horas tivemos tempo para desfrutar do espaço Fórum.
Chegados à hora marcada, depois do grupo reunido, e de termos agradecido a D. António Moiteiro pela amabilidade e proximidade com que nos recebeu e acompanhou, dirigimo-nos para o canal onde tínhamos que apanhar o moliceiro para continuarmos a nossa visita, mas agora pela ria. Divididos por dois barcos, foram 45 minutos muito agradáveis de conhecimento de outros lugares e em alegre convívio, pois quer o mestre do moliceiro quer o guia foram pessoas muito divertidas.
Terminada a última etapa da visita, foi o momento de comprar as últimas lembranças, inclusive os típicos ovos-moles. Sem apresentarmos ar de cansaço, caminhámos novamente até ao largo de Santa Joana, onde o autocarro nos apanhou para regressarmos a Seia.
Foi uma visita de estudo enriquecedora em conhecimentos e agradável pelo companheirismo e o bom comportamento. 
Agradecemos à nossa professora de EMRC, Isabel Almeida, por nos ter proporcionado esta visita, às professoras Conceição Simões e Fernanda Batista que nos acompanharam, e ainda ao Senhor Bispo de Aveiro, pelo acompanhamento e pelas explicações que nos deu sobre os lugares que visitámos.


                                                                          Alunos participantes


MUSEU DE SANTA JOANA/ MOSTEIRO DE JESUS










CATEDRAL



IGREJA DE SÃO FRANCISCO



FORUM

VISITA NO MOLICEIRO








domingo, 6 de maio de 2018

DIA DA MÃE

Hoje, DIA DA MÃE, uma palavra de reconhecimento e agradecimento a todas as mães.



sexta-feira, 27 de abril de 2018

VISITA DE ESTUDO DE EMRC A BRAGA E BARCELOS

No dia 20 de abril de 2018, realizou-se, com 38 alunos do 7º ano, uma visita de estudo a Braga e Barcelos, dinamizada pela nossa professora de EMRC, professora Isabel Almeida. Também nos acompanharam três professores: Maria de Jesus, Fernanda Batista e Vítor Almeida.
Saímos da nossa escola, por volta das 7h 15m, em direção a Braga. Já tínhamos feito um longo percurso de autocarro, quando fizemos uma pequena paragem de descanso, na área de Serviço de Antuã.
Continuámos a nossa viagem …
Depois de uma longa viagem, chegámos finalmente a Braga – Mosteiro de São Martinho de Tibães, ou simplesmente Mire de Tibães.
Visitámos o mosteiro, acompanhados por um guia que nos explicou o historial. Ficámos a saber, entre muitos aspetos, a diferença entre 'mosteiro' e 'convento'.
Depois de visitarmos alguns espaços interiores, chegou uma altura em que visitámos a Igreja, parte principal deste mosteiro e que ainda está ao serviço da paróquia. É uma igreja muito bonita, onde sobressai a imponente talha dourada, e nela pudemos observar o espaço destinado à Adoração de Jesus Cristo na Sagrada Custódia.
Cantar e rezar era, segundo a Constituição Beneditina, o principal ato para que Deus elegesse os monges para a vida religiosa. Faziam-no em oito ofícios divinos que acompanhavam a divisão das horas romanas, que aconteciam de três em três horas, começando com as 'matinas' e acabando com as 'completas'.
Observámos o órgão de tubos que abrilhantava as celebrações dessa época e os púlpitos. Também subimos ao coro alto, para ver os cadeirais com 'as misericórdias' e o livro antigo que os monges usavam para a entoação dos salmos.
Vimos também em pormenor a Sala do Capitulo, local onde se reuniam os monges e, de três em três anos, se elegia o abade.
No 3º dia do mês de maio, celebravam a Festa de Santa Cruz.
O claustro do mosteiro funcionava como cemitério dos monges. Atualmente, é um espaço ajardinado, convidativo ao silêncio e à meditação.
Exteriormente, visitámos a cerca do mosteiro, onde apreciámos o jardim, com um pequeno lago para armazenar água.
Na cerca existiam também as terras de cultivo e os abrigos para a criação de animais.
Terminada a visita ao Mosteiro, os alunos e professores interessados compraram uma recordação do mosteiro.

Seguimos até Barcelos, onde almoçámos.
Terminado o almoço e depois de um passeio a pé, fomos visitar a Igreja do Bom Jesus da Cruz, que foi construída em 1705 e inaugura da em 1710. É um templo que merece uma visita.
Seguidamente, em grupos de cinco, fomos passear pela zona da Igreja, pelas lojas, para comprarmos as recordações.
Regressámos a casa felizes e contentes!!!
Esta viagem foi muito interessante e divertida. Esperamos voltar a ter assim outra viagem.
                                                                                           
                                                                                          Afonso Maria Cardoso, 7º C


MOSTEIRO DE SÃO MARTINHO DE TIBÃES







BARCELOS